quarta-feira, 11 de abril de 2012

Amargura... escolhendo a raiva....

“O sofrimento não torna uma pessoa automaticamente mais forte ou melhor. A maneira de reagir ao sofrimento determina se a dor a torna melhor ou mais amarga.
Deus providenciou sua graça para dar tranqüilidade em situações dolorosas. A recusa da graça gera um ambiente interno em que a amargura não apenas destrói a paz interna, como também pode causar doença física. A amargura contamina a todos, a começar pela pessoa amargurada, é como uma maçã podre, que faz apodrecer todo o restante. Assim, a pessoa amargurada atinge todo o seu grupo, seja familiar, escolar, profissional, de amizades, etc… (HB 12.15). Além disso, a pessoa amargurada torna-se escrava do indivíduo a quem a amargura é direcionada.
A amargura pode ter efeitos abrangentes, duradouros e autodestrutivos. Uma pessoa amarga deve, em primeiro lugar, voltar a Cristo (Rm 5.8-10). Ao aceitar o perdão de Cristo, ela passa a ser capaz de perdoar os outros conforme  Jesus ordenou (Mt 6.12), principalmente mostrando amor a quem lhe ofendeu.”

Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.
Não me repulses da tua presença, nem me retires do teu Santo Espírito.
Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário.
Então, ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti.
                                                                                Sl. 51. 10-13



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